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Meu filho não come frutas, verduras nem legumes

July 4, 2018

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Alimentação das crianças

 

No último post falamos sobre os riscos do desenvolvimento de sobrepreso e obesidade na infância, bem como, sobre os riscos de dietas nesta faixa etária. Agora, mostraremos como deve ser a alimentação saudável de uma criança, que abrange dois focos: rotina da alimentação e escolhas nutricionais saudáveis!

 

Rotina de Alimentação

 

Para a alimentação saudável das crianças, recomenda-se:

- Estas refeições devem ser feitas com intervalos fixos e regulares, adotando uma rotina
alimentar (a cada 2 ou 3 horas), e evitando “beliscos”, para que haja tempo suficiente para a criança estar com fome na próxima refeição. É inadequado oferecer alimentos fora desses horários, ou deixar a criança alimentar-se sempre que desejar, pois assim, não terá apetite
no momento das refeições;
- O tamanho das porções de comida e lanches deve ser de acordo com grau de aceitação da criança (sem exageros). Não é recomendado o estímulo a “raspar” o prato, uma vez que a
criança pode começar a perder a capacidade da saciedade pela mensagem neurológica e
sim pela distensão gástrica.

 

Obs.: Se a criança realiza o jantar na escola em horário cedo, para evitar que ela faça esta refeição duas vezes (na escola e com a família) é recomendado que se substitua o jantar da escola por um segundo lanche da tarde, ou, trocar o jantar realizado em casa por um lanche.

 

Para nortear a oferta de alimentos ao longo do dia, recomendamos a Pirâmide Alimentar

 

A Pirâmide dos Alimentos para as crianças mostra como os alimentos devem ser escolhidos diariamente para uma alimentação saudável. Além de ilustrar os quatro grupos de alimentos, a Pirâmide contém na sua essência os três princípios:

 

- Variedade: quanto mais variada a alimentação, melhor;
- Moderação: porções indicadas para cada grupo alimentar, para que se evite excesso ou carência de nutrientes. Com este princípio não existe, para uma criança saudável, alimento proibido e sim aqueles que devemos ficar mais atentos à quantidade que é consumida;
- Equilíbrio: reúne os conceitos de variedade e moderação, respeitando a utilização de vários alimentos em quantidades adequadas à cada pessoa.

Orientações:
- Tente priorizar os horários certos das refeições e lanches. Se a criança diz estar com fome, fora desses horários, os pais com pena de lhe negar comida, dão-lhe tudo o que ela pede e nem reparam nas misturas alimentares que fazem. A criança não vai se alimentar na hora certa se os pais oferecerem guloseimas o dia todo, principalmente se deixar frutas de lado e privilegiar produtos industrializados;
- É muito importante que, em casa, a criança sente à mesa junto com a família para se alimentar, sem distrações. A hora da alimentação deve ser prazerosa. A criança precisa aprender que comer é importante e gostoso! Ela precisa experimentar e sentir os sabores dos alimentos. Televisão e outros eletrônicos acabam distraindo a criança daquilo que ela realmente deveria fazer. Resultado: ela não se concentra na refeição, não distingue os sabores dos alimentos e nem percebe a quantidade do que está ingerindo;

- É importante não oferecer outros alimentos, caso criança não aceite uma refeição. Se a criança não está com fome para o almoço, não vai ter fome para outro alimento. Por exemplo: a criança não quis almoçar e a mãe ofereceu bolachas como substituição ao almoço. A tendência é oferecer à criança outro alimento que queira, para que ela não fique sem comer. No entanto, com este comportamento, a criança entenderá que não é importante realizar as refeições e utilizará desta “artimanha” para comer somente os alimentos que mais gosta; Se a criança não quer comer naquela hora, terá de esperar pela próxima refeição;
- Ofereça feijão com arroz todos os dias, ou no mínimo cinco vezes por semana;
- Os lanches que são oferecidos entre as refeições devem ser em pequenas porções e muito saudáveis, como frutas, iogurte, cereal, bolacha integral, torradinhas, pão ou pedaço pequeno de bolo caseiro etc. Cereais matinais: dar preferência para os que não contém açúcar. Pães, torradinhas e bolos: prefira os integrais, que saciam melhor a fome;
- Ofereça diariamente leite e derivados, como queijo e iogurte (nos lanches), e carnes, aves, peixes ou ovos nas refeições principais (almoço e janta);
- Dê preferência para os iogurtes e leites semi-desnatados ou desnatados. Sempre que possível, substitua o iogurte de frutas industrializado, por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ela mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Os iogurtes artificiais são cheios de açúcar;
- Para adicionar no leite, é permitido 2 colheres de chá de achocolatado em pó por dia, ou 4 colheres de chá de cacau em pó;
- Para crianças, os produtos mais saudáveis para passar no pão ou torradinhas são: creme de ricota, requeijão, e geleia de frutas;
- Crianças não devem ingerir adoçantes artificiais. Prefira o adoçante a base de stévia (natural), ou açúcar mascavo para adoçar algum alimento, mas em quantidades moderadas (2 colheres de chá por dia);
- Para melhor a aceitação das frutas, é permitido adicionar um pouquinho de leite condensado, mel ou açúcar mascavo. Conforme o tempo for passando e a aceitação melhorando, vá retirando esses ingredientes; Também pode ser adicionada gelatina na salada de frutas;
- Estimule a criança a beber bastante água durante o dia, de preferência nos intervalos das refeições, para manter a hidratação e a saúde do corpo. A água também ajuda a cortar a fome entre as refeições. Para incentivar o consumo de água, faça água saborizada, colocando frutas picadas na jarra;
- Procure oferecer diariamente legumes e verduras como parte das refeições da criança;

- Procure diminuir a quantidade de sal e temperos prontos (caldo knor, sazon etc.) na comida. Tente substituir temperos prontos, por ervas e condimentos naturais. O excesso de sódio pode trazer inúmeros prejuízos para a saúde, principalmente nas crianças;
- Pipoca: evitar as de micro-ondas. Faça na panela com um fio de óleo e sem exagerar no sal;
- Evitar produtos light e diet pra crianças;
- A água do cozimento dos vegetais pode ser aproveitada para outros preparos como feijão, arroz, massa etc;
- Incentive a criança a ser ativa e evite que ela passe muitas horas assistindo TV, jogando videogame ou brincando no computador.

 

Alimentos para consumo moderado (evitar):

 

Nunca devemos restringir os alimentos, apenas conscientizar a criança da importância de uma boa alimentação para um crescimento saudável e adequado, e que determinados alimentos devem ser consumidos moderadamente. Alimentos “não-saudáveis” fazem parte da infância e proibir um alimento estimulará ainda mais o interesse da criança. No entanto, alguns alimentos sejam evitados na alimentação rotineira. O ideal é consumir esses alimentos, no máximo, uma vez ao dia, ou preferencialmente, nos finais de semana ou eventos especiais (o adequado é não ter esses alimentos em casa para não ficarem á mostra).
- Chocolates, balas, bombons, chiclés, bolos comprados prontos, biscoitos doces recheados, sobremesas lácteas (tipo Danette), iogurtes artificiais, Todinhos, sorvetes, picolés e guloseimas diversas;
- Salgadinhos de pacote, nuggets comprados prontos, fast-foods, macarrão instantâneo (miojo) alimentos gordurosos e frituras (prefira alimentos assados, grelhados ou cozidos). Evitar o excesso de catchup, mostarda e maionese;
- Refrigerantes e sucos industrializados, pois são ricos em açúcar. Um copo de Coca-Cola têm aproximadamente 2 colheres de sopa cheias de açúcar. No caso de ser inevitável o consumo de suco de caixinha, misture um terço de suco para dois terços de água e dilua, para que o consumo de açúcar seja menor. Invista sempre nos sucos naturais até que a criança adquira este hábito.
Essas foram as dicas de hoje! Seu filho não come frutas, verduras e nem legumes? Não se desespere! No próximo post abordaremos esse assunto, com dica práticas e que funcionam!

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